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Visitar Pinhel: roteiro por um “Côa selvagem”

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A convite da Wild Côa fomos conhecer Pinhel e alguns dos seus segredos. Entregamo-nos nas mãos do Paulo Martinho e não podia ter sido melhor. O Paulo merece que partilhemos o amor que ele tem por uma terra que, não sendo dele, abraçou como sua. Um amor que se estende ao que faz e ao como faz, neste projeto que é um coração aberto aos sentidos da natureza. Foi um fim de semana regado… de boa disposição, de boas surpresas e, também, de bom vinho, não fosse Pinhel, além da “Cidade Falcão”, a “Cidade do Vinho”.

Pinhel é uma cidade pertencente ao Distrito da Guarda (Beira Alta, Beira Interior). É sede do município e é limitado a norte por Vila Nova de Foz Côa, a nordeste por Figueira Castelo Rodrigo, a leste por Almeida, a sul pela Guarda e a oeste por Celorico da Beira, Trancoso e Mêda. Pinhel é banhado pelo rio Côa e pelo rio Massueime e oferece-nos vistas privilegiadas da Serra da Marofa.

Neste texto pretendemos partilhar uma proposta de visita a Pinhel e ao Vale do Côa, a partir da nossa experiência.

Partilhar os lugares por onde andamos, mas onde gostaríamos de ter voado. As iguarias que experimentamos na dieta que adiamos. Os alojamentos onde queríamos ter permanecido mais tempo. E os passeios que fizemos num presente com centenas de anos de história. Talvez seja preciso lá ir para sentir tudo isto. Talvez seja preciso lá ir para se entender e valorizar uma região. A ver se conseguimos por em palavras as notas certas desta pauta musical que é o Vale do Côa.

CONTEÚDOS DO ARTIGO

1. O que visitar em Pinhel: a “Cidade Falcão”
2. Descobrir o “Côa Selvagem”
– Miradouro do Vale de Madeira
– “Varandas do Côa”, Quinta Nova
– Bogalhal Velho e as Ruínas da aldeia medieval
– Cidadelhe, o “calcanhar do mundo”
– Faia Brava
3. Onde (gostamos de) comer
4. Onde (gostamos de) dormir
5. Quando visitar
6. Sugestão do que visitar nas proximidades

1.
O Que visitar em pinhel, a “cidade falcão”

Era uma vez… assim podia começar a história de Pinhel.
Tem antepassados pré-históricos que as pinturas e gravuras rupestres confirmam. Tem no alto um Castelo que conta a história das lutas pela independência nacional e até gárgulas atrevidas que mostram o traseiro a “Castela”. Mas, lá em cima, domina o silêncio das serras e do vale do Côa que se espreguiça na sua plenitude. Tem um falcão como símbolo do patriotismo pinhelense, que é erguido com orgulho nas suas bandeiras. E não houve ninguém com quem tivéssemos falado que não dissesse: “eu adoro a minha terra”. É cidade há 251 anos e é bem vaidosa nas casas senhoriais e brasonadas que ostenta, que lhe dá monumentalidade e requinte decorativo. Tem no povo as memórias e nas festividades as tradições, os saberes e as artes. Onde cabe tanta história?

O centro histórico de Pinhel merece uma visita demorada, para se poder apreciar as suas ruas estreitas e o rico legado patrimonial do período medieval e moderno. O que ver, perguntam vocês? Aqui ficam as nossas sugestões.

  • Praça Municipal

A Praça Municipal parece uma “casa de bonecas”, pequena mas cheia de encantos. Aqui deve estar atento/a ao Solar Mena Falcão, que é a atual Câmara Municipal, e à quantidade enorme de Solares setecentistas e oitocentistas que estão espalhados por toda a zona antiga. A Torre do Relógio, que já não marca as horas, mas marca o tempo de uma cidade que já conta mais de 250 anos. O Pelourinho, que é um dos símbolos mais importantes da cidade, por representar a autonomia judicial do concelho, e as Igrejas da Misericórdia e de São Luís. Aprecie os pequenos jardins e sente-se ao lado da estátua de Camilo Castelo Branco, enquanto observa os repuxos de água que, sincronizadamente, saem do chão.

Camilo Castelo Branco, no seu romance O Bem e o Mal, trata Pinhel e as suas gentes como sendo ‘do Bem’

Ainda na Praça da República, visite o Posto de Turismo e Loja de produtos Endógenos onde pode encontrar vinhos, azeite, mel, doces tradicionais e artesanato. “uma verdadeira montra dos melhores sabores e saberes pinhelenses”. O edifício é lindo por dentro e por fora (edifício do séc. XVIII) e não se esqueça, tente encontrar cá fora o “falcão sem cabeça”!

  • O Castelo e as suas duas Torres.

O Castelo de Pinhel foi edificado no reinado de D. Sancho I. Na cidadela existem duas torres: a Torre Sul, mais antiga, e a Torre Norte ou Torre de Menagem, reedificada no século XVI. Esta última ostenta uma janela de estilo manuelino e tem gárgulas com o traseiro virado para Espanha. Para chegar às Torres, recomenda-se que percorra o chamado “Caminho de Ronda” que contorna a Muralha do Castelo, recriando o acesso habitual de quem tinha o dever de assegurar a defesa da povoação. A muralha tem quase 800 metros de perímetro e abre em cinco portas: a Porta de São Tiago, a Porta de São João, a Porta de Marrocos, a Porta de Alvacar e a Porta de Marialva. Vale pelo passeio, pelas vistas e pelas pessoas que ainda moram nas muralhas e te cumprimentam como vizinho de longa data.

Curiosidade: Reza a lenda que o destacamento de Pinhel presente na Batalha de Aljubarrota, aquando da luta pela independência nacional, capturou o falcão de estimação de D. Juan, rei de Castela, tornando-se o símbolo da coragem e do brasão dos pinhelenses. É por isso que a cidade é conhecida como “Pinhel Falcão, Guarda-mor de Portugal” (D. João I, o Mestre de Avis).

  • Antigo Paço Episcopal

Aqui não deixe de visitar a Casa da Cultura e Museu Municipal que foi construído no século XVII pelo terceiro Bispo de Pinhel. Mesmo em frente pode ver o Monumento aos Mortos da Grande Guerra e, bem escondido, está o aqueduto subterrâneo que parece guardar muitas histórias e segredos.

  • Parque Municipal da Trincheira

Este é um Parque de Lazer, mas podem ver uma das mais notáveis bocas de fogo quatrocentistas que se conserva em Portugal. A bombarda de Pinhel, em ferro forjado, pode estar associada às Tercenas de Pinhel, mandadas construir pelo rei D. João II, em 1488.

  • Provar as cavacas de Pinhel

Não perca a oportunidade de ir à Fábrica onde fazem as Cavacas de Pinhel. A arte está nas mãos da Dona São e no “segredo” do preparado que ela junta aos ovos frescos, à farinha e ao açúcar que faz das suas cavacas a coqueluche de Pinhel. Já foram à televisão, já ganharam prémios e concursos, mas é quando as comemos que a magia acontece.

São de comer e chorar por mais.

2.
descobrir o “côa selvagem”

_ E se fossemos conhecer um Côa mais selvagem? Perguntou-nos o Paulo?
A proposta era boa, como recusar? Saímos de Pinhel à procura de miradouros naturais. O primeiro foi o miradouro de Vale de Madeira e dali seguimos para a Quinta Nova onde encontramos o que o Paulo chamou de “Varandas do Côa”. Sugestivo, não é? A caminho de Cidadelhe e da Faia Brava, paramos no Bogalhal Velho.
O Vale do Côa é um corredor natural da vida selvagem que tem sido comprometido pela degradação e perda de habitat e pela perseguição da vida selvagem. Já conhecíamos o trabalho desenvolvido pela Territórios do Côa e o Projeto Grande Rota do Vale do Côa, mas ficamos a conhecer que há um projeto de renaturalização do Grande Vale do Côa (120 000 hectares), coordenado pela Rewilding Europe. Aprendemos que, aqui, as aves de rapina são as donas do céu e sentimos que nos montes escarpados, de aspeto rude, há muita emoção guardada.

miradouro vale de madeira

Vale de Madeira está situada a leste de Pinhel, numa altitude de 639 metros. Não tem Miradouro, mas é um miradouro perfeito para o Rio Côa. Foi por aqui que começamos a nossa visita. Não precisam de dizer nada. Apenas apreciar. Foi o que nós fizemos.

“varandas do côa”, na Quinta Nova

Sabem aqueles lugares onde idealizas fazer um piquenique e permanecer até perderes a noção das horas? Aqui está. Não tem trilhos definidos, passadiços ou baloiços, apenas a natureza no seu estado puro. Um lugar que o Paulo Martinho carinhosamente chama de “varandas do Côa”.

bogalhal velho e as ruínas da aldeia medieval

Apenas a 6km da cidade de Pinhel, o Bogalhal Velho deixa-nos um sentimento “agridoce”.

Situada a 500 metros de altitude, com uma paisagem de perder de vista sob o Côa, a Ribeira das Cabras e a Serra da Marofa, a antiga aldeia medieval foi engolida pela vegetação e votada ao esquecimento e às ruínas. Só os arcos mais nobres da antiga igreja se mantêm firmes… mas não sabemos por quanto tempo. O Bogalhal Velho é cheio de lendas e misticismos e há quem diga que a maldição que caiu sobre esta local perdura no tempo. Entre “formigas gigantes que devoravam as crianças” e a perda da sua importância estratégica e defensiva contra os castelhanos, acreditamos mais que tenha sido este último motivo que levou ao abandono da aldeia.

Que venham novos projetos para o Bogalhal Velho. A (história da) aldeia merece e nós seremos brindados com uma paisagem extraordinária.

Cidadelhe, o “calcanhar do mundo”

Rumamos até Cidadelhe, uma bonita aldeia beirã do Vale do Côa, que a UNESCO classificou como Património Mundial da Humanidade e que Saramago, carinhosamente, chamou de calcanhar do mundo, no livro “Viagem a Portugal”. Cidadelhe é uma porta aberta para o Parque Arqueológico do Vale do Côa, junto à reserva privada Faia Brava, situada na Zona de Proteção Especial do Vale do Côa. Entre o seu rico património, temos arte rupestre datada de um período que vai do neolítico à idade do bronze. Espectacular, não é?

Na aldeia destaca-se a arquitetura das casas em granito, as habitações redondas, as inscrições romanas, os símbolos e representações judaicos, a Igreja de Santo Amaro e a famosa escultura do Cidadão esculpida na pedra, símbolo do Cidadão Livre de Cidadelhe. Sem esquecer o famoso pálio de 1707 (feito de veludo e bordado a seda e lantejoulas) que, até 2018, altura em que se inaugurou a Casa Forte onde está exposto, era escondido alternadamente na casa dos moradores.

Cidadelhe é uma aldeia com poucos habitantes e que o projeto “Cidadelhe Rupestre” tem vindo a encher de vida. Quem lá mora é muito orgulhoso da sua aldeia e, por isso, hospitaleiro. Que saia uma ginjinha, por favor!!

Preservar o passado é construir o futuro!

Cidadelhe Rupestre

De Cidadelhe partem vários passeios, safaris e visitas, com guias certificados, para adentrar este Côa mais selvagem. Entramos no RZR, um veículo off-road, que nos levou a explorar parte da Faia Brava (ver mais informação em baixo). Quanto mais descíamos, mais a paisagem crescia e os sons da natureza se tornavam mais nítidos.

Faia Brava

Localizada no Vale do Côa, a Faia Brava é uma reserva natural privada, com mais de 800 hectares, exclusivamente para a conservação da natureza e da biodiversidade. Tem encostas graníticas de grande declive, assilvestradas, o que dá à paisagem um ar duro e agreste. Primeiro estranhas, depois entranhas e, de seguida, rendes-te. Acho que é mesmo isso… rendes-te à natureza e à história e, sentados num qualquer miradouro, parece ser possível recuar 20 000 anos e as pinturas rupestres ganharem vida.

Só de binóculos!

Pelos céus, voam aves de rapina, que escolhem o Vale do Côa para a nidificação. Abutres grifos e egípcios, águias-reais ou águias-de-bonelli e até falcões peregrinos. De binóculos em riste, acompanhamos o voo firme e confiante da águia, o voo vigilante do grifo, e o voo rápido e picado do falcão. Drones da natureza. À nossa volta, os irrequietos picanços, abelharucos e papa-figos e as intrépidas pêgas. Um pouco mais à frente, cruzamo-nos com cavalos garranos, livres, em tranquilos passeios. Tentamos fotografar, mas a lente não alcança o que vemos.

Ainda bem que há projetos que são um sim maiúsculo à recuperação e preservação de paisagens como esta. Por isso, achamos sempre uma mais-valia visitar locais como a Faia Brava com um guia. Estamos a apoiar projetos e iniciativas locais, aprofundamos conhecimentos sobre a paisagem, a fauna, a flora e as histórias que compõem o lugar, e ainda ganhamos um/a amigo/a.

Curiosidade: A Associação Transumância e Natureza (ATN), com alguns apoios internacionais, procedeu à aquisição de um conjunto de propriedades importantes para determinadas espécies de aves, reconstruindo o seu habitat natural, evitando a sua extinção.

3.
onde (gostamos de ) comer

Em Pinhel não há um prato típico, mas há a riqueza da agricultura e da pastorícia e a excelência dos produtos locais. Poderá comer bons enchidos (chouriças, farinheiras e morcelas), carne de novilho acompanhada com uma salada de meruges. As “lagaradas” – bacalhau assado com batatas a murro regado de azeite da região – são também um prato a não perder, de preferencia acompanhado dos vinhos de Pinhel que têm conquistado o pódio pela qualidade e diferenciação. Na doçaria, salientam-se as tradicionais Cavacas de Pinhel (de origem conventual), os coscoréis e as filhós, o arroz doce e o pão de ló.

Restaurante Entre Portas

A experiência começa na chegada, dura no acolhimento e exponencia-se na prova. O Entre Portas brinda-nos com um espaço diferente e arrojado, de arquitetura moderna e com umas escadas que te prometem o céu. Tudo está pensado ao pormenor, numa exuberância honesta de quem fez deste projeto a sua vida. “É uma loucura!”, diz Francisco Santos, o homem da casa e que te acolhe como se fosses de casa. Não percebemos muito de arquitetura, mas percebemos da massa de que as pessoas são feitas, e o Francisco “é Top!”. Na dispensa da vida e da cozinha só tem do melhor. Talvez por isso, tudo o que vem para a mesa, peça paladares calibrados.
“Poc”… fez o som da rolha da garrafa de vinho de Pinhel. Chef, estamos prontos!
Entramos entre portas e saímos entre nuvens.

Restaurante Primus

O Vitor é um Chef jovem e cheio de energia, que parece levar o seu o restaurante Primus com garra e resistência. O que sai da cozinha é bonito e harmonioso e tudo aquilo que provamos estava muito bom. À tradição junta-se uma pitada de modernidade, et voilá. Entradas, prato principal e sobremesa. Haja apetite nesta mesa, como há na vida. Não é só nas fotografias da parede que se preserva a memória de uma terra, é também quando, em nome dela, se faz (o) novo. Parabéns Chef.

4.
Onde (gostamos de) dormir

Quinta das Pias

Um dos alojamentos onde ficamos na nossa visita a Pinhel foi na Quinta das Pias. Uma Holiday Farm com cerca de 3 hectares de terras que combina as atividades e decoração rurais com o conforto moderno dos quartos, do acesso ao Wi-Fi, de espaços multiuso e de uma piscina exterior (que pode ser coberta nos dias frios).

Ficamos no quarto do Santo, talvez por isso tenhamos dormido o sono dos justos e, logo pela manhã, fomos passear pela quinta na melhor das companhias. Um cão, uma burra e um cavalo, que são amigos inseparáveis, e que transformam a estadia numa experiência singular. Já para não falar da paisagem de oliveiras centenárias e amendoeiras, do sossego e da paz, apesar de estar a 500 metros de Pinhel.

A Quinta das Pias, que deve o seu nome às mais de cem pias de pedra que se encontram no seu espaço, é um projeto familiar do Carlos e da Maria José, que o cuidam com carinho. E que sortudos são! Um alojamento é muito mais do um espaço e aqueles 9.3 no Booking têm a vossa dedicação dentro.

Encostas do Côa e a Casa da Árvore

Quem, em pequeno, não sonhou ter uma casa na árvore, feita de madeira tosca, onde mil e uma histórias podem acontecer e o céu é sempre o limite? Admito que quando soube que íamos dormir na Casa da Árvore no Encostas do Côa, em Pinhel, senti-me uma miúda. Assente numa árvore alta e frondosa, lá está ela, quase impercetível, a espreitar quem passa. É pequena, como um ninho, mas que não abdica do conforto do espaço, dos lençóis brancos e das toalhas fofas, nem das janelas que nos lembram que estamos a dormir nas alturas. Com vistas para as encostas do rio Côa e ao som das folhas da árvore a bater na janela, deixamo-nos embalar.

Quem fica na Casa da Árvore usufrui de todo o espaço do Encostas do Côa, que é um Turismo Rural sonhado pela família de José Fernandes que vê, neste espaço, uma forma de valorizar a cultura da terra e os conhecimentos familiares passados de geração em geração. Que o diga o senhor Abel, sogro de José Fernandes, que vê o seu nome num mel de marca galardoada – O Mel do Abel – em homenagem à sua astúcia com as abelhas. Mas depois de ver a cumplicidade entre os dois, acho que foi muito mais do que isso.

CASAS DO JUÍZO

As Casas do Juízo são um empreendimento de turismo rural, que fica na Aldeia do Juízo, freguesia de Vale do Côa, no Concelho de Pinhel. Um conjunto de oito casas da família que foram reconstruídas e adaptadas aos tempos atuais, sem perder a sua identidade beirã. Perfeitas para um fim-de-semana tranquilo, sozinho/a, em casal, com amigos/as ou família.

Cidadelhe Rupestre – Turismo Rural – Hostel

Não ficamos lá alojados, mas fomos conhecer o espaço e a sua história. Cidadelhe Rupestre está localizada na aldeia de Cidadelhe e o que percebemos é que ela é muito mais do que um alojamento de turismo rural, ela é um projeto vivo que pretende oferecer aos seus hóspedes tranquilidade e imersão numa natureza única como é o Vale do Côa. Os quartos são casas na aldeia, onde circulas como se estivesses em casa. Mesmo ali ao lado, virado para uma vista de se tirar o chapéu, há uma área de lazer com piscina, relva e uma cozinha gigante para convívios esfomeados.

5.
quando visitar

Todas as épocas do ano são indicadas para visitar Pinhel, mas se juntar a sua ida a uma das festividades que o concelho oferece, a experiência será ainda mais enriquecedora.

Principais festividades:

  • Feira das Tradições | fim de semana antes do Carnaval
  • Feira Medieval da Cidade Falcão | primeiro fim de semana de junho
  • Festas da Cidade | finais de agosto)
  • Certame Beira Interior – Vinhos & Sabores | novembro
  • Corrida de São Silvestre | 31 de dezembro)

Créditos fotográficos: @wildcoa

Uma outra altura ótima para visitar Pinhel é na época das Amendoeiras em Flor, altura em que os vales despidos pelo Inverno adquirem uma nova roupagem em tons branco e rosa. Pinhel faz fronteira com alguns dos concelhos que fazem parte da Rota das Amendoeiras, como Vila Nova de Foz Côa e Figueira Castelo Rodrigo .

6.
sugestão do que visitar nas proximidades

À descoberta de Almeida: o que visitar

Se tiveres “Alma até Almeida” vais-te surpreender

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Amendoeiras em Flor: roteiro de um dia

Roteiro de um dia, de carro, passando por Alfândega da Fé, Freixo de Espada à Cinta, Barca d’Alva, Castelo Rodrigo, Vila Nova de Foz Côa, Torre de Moncorvo e Vila Flor. 224 km de estrada pelo IC5,  a N221 e a N222.

⭐⭐⭐⭐⭐

Fizemos esta visita a Pinhel a convite do Paulo Martinho da Wild Côa, mas não podemos deixar de agradecer a disponibilidade, a hospitalidade e a simpatia com que fomos recebidos por todas as pessoas e locais por onde passamos. As fotografias tiradas e o texto escrito refletem a nossa experiência.

Esperamos que as nossas sugestões e imagens vos inspirem a ir e ajudem a preparar a viagem. Alguma dúvida ou questão, partilhem connosco. Escrevam nos comentários e nós responderemos brevemente.
E já sabem… o importante é IR!

Detalhes
maio de 2021
Marcelo Andrade, do Ir em Viagem
Agradecimentos

A convite do Paulo Martinho do @wild_coa fomos conhecer Pinhel e alguns dos seus segredos.

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