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Ilha da Madeira: 12 experiências que recomendamos

Após 15 meses, uma zaragatoa narina acima e o registo online no madeirasafe.com, finalmente seguimos as placas “Aeroporto”. Uma viagem pendurada pelo último confinamento, que devia ter tido sabor a bolo de aniversário, mas teve cheiro a primavera. O que também não é nada mau. O que não tínhamos mesmo era saudades das rotinas de embarque das low cost e muito menos das (novas) políticas de bagagem medida a fita métrica. “Se conseguir tirar as rodas da sua bagagem, não paga os 26€”, dizia a funcionária para o passageiro que ia à nossa frente. Mas tirando tudo isso, sentimo-nos como crianças num parque de diversões e o levantar voo teve sensação a montanha- russa, afinal íamos em direção à terra das levadas, do bolo do caco e da poncha.
Aterramos na Ilha da Madeira, a “pérola do Atlântico”.

Fonte: Google

A Madeira que, na verdade, é uma arquipélago situado no oceano Atlântico, é formado por duas ilhas principais: as ilhas da Madeira e do Porto Santo, além destas, existem dois grupos de ilhas desabitadas, que são as ilhas desertas e as ilhas selvagens (estas um pouco mais perto de África). Tem, na cidade do Funchal, a sua capital.

O arquipélago da Madeira faz parte da Macaronésia (que é composta pelo conjunto de quatro arquipélagos: Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde), o que explica a sua orografia singular, a vegetação exótica e o clima ameno, sem grandes variações térmicas, que cria microclimas.

“Ilhas abençoadas”? Sem dúvida. E, por isso, atrativas para o turismo, que se tornou na principal atividade da região, embora se mantenha importante, para a economia regional, a produção de bananas, de cana-de-açúcar e de vinho da Madeira. Um néctar dos deuses, diga-se! A Madeira pode ser visitada durante todo o ano, particularmente por causa do seu clima, ainda que o Carnaval, a Festa da Flor no mês de maio, e a Passagem de Ano, sejam momento altos para a ilha. Terra natal de Cristiano Ronaldo, a Madeira é, hoje, atrativa para todos/as.

Vroom-vroom

A melhor forma de conhecer a ilha da Madeira é alugando um carro e, nesta viagem, tivemos um parceiro à altura, a Hertz. Fomos recebidos com a simpatia e a disponibilidade da Sara Viana, no aeroporto do Funchal, e foi-nos disponibilizado um carro arrojado, mas que nos desse conforto e segurança olhando à orografia da Ilha. Vias estreitas que serpenteiam montanhas e vales, escarpas sinuosas e subidas e descidas íngremes. Paisagens de perder o fôlego e quedas de água que caem na estrada. “Furados” e túneis, feitos de engenho e arte, que encurtam distâncias pelo ventre das montanhas. E até uma espécie de Route 66 madeirense, como lhe chamou o Ruben do @more_guesthouse.
Deram-nos um Jeep Renegade. Agarrem-se bem ao volante porque as emoções vão estar ao rubro.
Que comece a aventura.

Vroom, vroooooom.

*

Estivemos três dias na Madeira e queremos partilhar com vocês as experiências que mais gostamos e que são possíveis fazer numa viagem curta como foi a nossa. Optamos por ficar alojados no Funchal, na Casa do Mercado, um apartamento localizado no coração do bairro de Santa Maria, o mais antigo da cidade do Funchal.

*

sumário

1. Visitar a Ponta de São Lourenço
2. Ver o nascer do sol no Pico do Areeiro
3. Fazer uma caminhada numa levada ou vereda
4. Explorar a região de Santana e visitar as suas casinhas típicas
5. Percorrer a estrada regional da Encumeada
6. Beber uma poncha e deliciar-se com a gastronomia local
7. Passear pelo Fanal
8. Dar um mergulho nas piscinas de Porto Moniz
9. Tirar uma fotografia na Cascata dos Anjos
10. Ver as vistas do Miradouro do Cabo Girão e descer de teleférico à Fajã do Cabo Girão
11. Ver o Curral das Freiras do Miradouro da Eira do Serrado
12. Visitar o Funchal

1. Visitar a Ponta de São Lourenço

Há veredas, há levadas e depois há a Ponta de São Lourenço.

A ponta de São Lourenço é uma península de origem vulcânica, que está na ponta este da ilha, e é um local de elevada importância geológica. O clima semiárido e a exposição aos ventos do norte determinaram o desenvolvimento de uma vegetação rasteira e de uma paisagem rochosa, com uma beleza que nos desarma, não pelo verde da floresta, mas pela imponência da rocha e pelo mistério dos seus recortes.

Uma das melhores formas de a explorar é trilhando a PR8 – Vereda da Ponta de São Lourenço, um percurso com uma extensão de cerca de 8 Km (ida e volta), de dificuldade média, por conjungar alguns fatores de perigo: solo irregular, ventos cruzados e fortes, piso escorregadio e não ter sombras.

Quando se chega a lugares como este, sentimos que não há vídeo ou fotografia que faça jus ao que a vista alcança. Fico sempre a imaginar o que Gonçalves Zarco (um dos três descobridores da Madeira) deve ter pensado quando aqui chegou. Bem-vindos/as à Ponta de São Lourenço!

2. Ver o nascer do sol no Pico do Areeiro

O sol quando nasce é para todos/as. O despertador tocou às 5h30. O telemóvel dizia que o nascer do sol era às 7h13 e ainda tínhamos de ir até ao Pico do Areeiro, que está a 1818 metros de altitude.
Verificamos o tempo nas webcams do @portalnetmadeira_ e metemo-nos a caminho. Como saímos do centro do Funchal, onde ficamos alojados, tínhamos 40 minutos de estrada pela frente e muita expectativa, afinal não é todos os dias que vemos o sol nascer das nuvens. A experiência começa no caminho, adensa-se na espera (do frio e do vento cortante) e culmina nos raios de sol. Uma nuvem, invejosa, tirou-lhe o protagonismo e faltou o silêncio que o momento pedia, mas ver o nascer do sol passou a ser uma atração turística e o Pico do Areeiro um dos lugares mais populares. Não foi como sonhamos, mas foi inesquecível.

Dicas úteis:
– Usem sempre as webcams do Portal Madeira para se informarem sobre as condições climáticas dos locais para onde se querem deslocar. Acreditem que pode fazer toda a diferença na gestão do vosso dia.
– A estrada que liga o Poiso ao Pico do Areeiro é uma das estradas regionais que ficaram no nosso TOP de estradas cénicas da Madeira.

O céu azul, as nuvens lá ao fundo e os recortes das imponentes montanhas são dignos de um “palco” onde as cortinas se abrem ao som de cada mudança de velocidade.

3. Fazer uma caminhada numa Levada ou vereda

Vir à Madeira e não fazer uma caminhada numa levada ou numa vereda é perder uma das experiências mais interessantes que a ilha te oferece. Existem vários percursos pedestres recomendados que podem ser consultados no site oficial do Visit Madeira. A escolha não é fácil, e há oferta para todos os gostos e níveis de exigência. Por isso, a escolha depende sempre de si.

Nós queríamos caminhar numa levada e aproveitamos o facto de estarmos perto de São Jorge para fazermos a nossa escolha. Optamos pela Levada do Rei. A PR8 é um trilho linear, que tem cerca de 10 km (ida e volta), com pouco declive, o que o torna fácil de fazer, e que é um bom exemplo do património construído e natural da ilha. A abundância de água, que brota pelos poros da terra, e a biodiversidade da vegetação da Floresta Laurissilva transforma todo o percurso numa espécie de santuário natural de grande beleza. A Levada é do Rei, mas a rainha é a Laurissilva.

Só gostava que conseguissem sentir a paz daquele local

Ir em Viagem

Para quem não sabe, as levadas são canais de águas criados com a finalidade de levar a água das montanhas para as plantações e para as povoações, mas a maravilha disto tudo é que elas percorrem a Floresta Laurissilva, que é um tipo de floresta húmida subtropical, endémica da região onde está a Madeira, e que foi considerada Património Natural da Humanidade pela UNESCO.

Dica útil:
– Antes de escolherem a levada ou vereda que pretendem fazer, consultem o site oficial do Visit Madeira para confirmarem se os percursos estão abertos ou encerrados.

4. EXPLORAR A REGIÃO DE Santana e VISITAR AS suas casinhas típicas

Se reduzimos Santana às suas casas típicas, é possível que nos sintamos desiludidos/as quando lá chegamos. Não porque as coloridas casas triangulares, cobertas de colmo sobre estruturas de madeira, não sejam bonitas e a expressão de uma cultura que se mantém viva, mas porque isso é redutor da riqueza do ecossistema da região que lhe valeu, em 2011, a distinção de “Reserva da Biosfera” pela UNESCO.

Santana é o ponto de partida para muitos passeios e levadas que nos levam a adentrar a inesquecível floresta Laurissilva, a que se juntam locais como o Pico Cortado, a Achada do Teixeira (a 1592m) ou o Pico Ruivo (a 1862m) que demonstram o encanto natural da região. Tem, na sua paisagem, os vinhedos que produzem o famoso vinho da madeira, que até Shakespeare retrata na sua literatura como uma tentação. Não há turista que não desenhe no mapa da ilha um círculo sobre Santana. Lá para aqueles lados a visita é obrigatória, tanto quanto a largueza do olhar.

5. Percorrer a estrada regional da Encumeada

A Ilha da Madeira tem muitas estradas especiais que só se percorrem se “fugirmos” aos túneis e nos aventuramos pelas estradas regionais. Estradas feitas de curvas e contracurvas, subidas e descidas, junto ao mar ou penduradas nas montanhas e que passam por “furados” (túneis antigos).

A emoção está sempre garantida.

Uma das estradas que ficou no nosso TOP de estradas cénicas da Madeira foi a que liga a Ribeira Brava a São Vicente (ER 104 / ER228) e que rasga o Vale da Encumeada. Veja aqui:

Dicas úteis:
– A Ilha da Madeira tem muitos “Caminhos Reais”, que são os nomes dados às antigas vias por onde as pessoas circulavam na ilha. Se quiserem adentrar ainda mais este local, podem fazer a PR12 – Caminho Real da Encumeada, que percorre 12,5 km do maciço montanhoso central, pela base dos picos mais altos da Madeira, avistando o Curral das Freiras, a povoação da Encumeada e a Serra d’Água.
– A caminho da estrada da Encumeada, passam pela Taberna da Poncha da Serra d´Água. Não se esqueçam de parar para provar uma das melhores ponchas da ilha.

6. beber uma Poncha e deliciar-se com a gastronomia local

Não há poncha sem ‘caralhinho’.

Sumo de limão e/ou laranja, mel de abelha, aguardente de cana da Madeira. Descascar, esmagar, espremer, misturar, coar, juntar… sempre com a ajuda do caralhinho (instrumento típico feito em madeira usado para misturar os ingredientes na preparação de bebidas alcoólicas). Fazer poncha é uma arte e, hoje, há para todos os gostos e paladares. Desde as mais tradicionais, como a poncha à pescador (só com limão) e a regional, até às que são feitas com outros frutos, como tangerina ou maracujá, e que substituem a aguardante pela vodka.

Mas qual é a melhor? Onde se bebe a melhor poncha? Para nós será sempre aquela que é feita na hora e que “dá-te asasssss”. Gostamos mais da poncha regional e, das que provamos, tiramos o chapéu à da Taberna da Poncha da Serra d’Água, acompanhada dos amendoins com casca que tradicionalmente são atirados para o chão. Mas há, também, muitas estrelas para a poncha que se bebe em Câmara de Lobos e para os “dentinhos” (petiscos ) que a acompanham.

Como diria o comentador desportivo José Estebes (personagem de Herman José)… “que pomada!”.

Há também a popular Nikita, que é um refresco doce feito de cerveja, sumo de ananás, gelado de baunilha e pedaços de ananás, existindo uma variante feita com cerveja sem álcool.

Mas depois há toda uma gastronomia imperdível.

Desde o delicioso Bolo do Caco, servido quente com manteiga de alho e salsa, às lapas grelhadas que são muito apreciadas pelos locais. Para quem gosta de carne, tem de experimentar a tradicional espetada, a carne de vinho e alhos (especialidade que é feita mais na altura do Natal) e o popular picado que pede convívio. Para quem aprecia peixe, não pode deixar de provar o polvo de escabeche, o atum, os peixes locais e o peixe-espada preto preferencialmente servido com banana e molho de maracujá. O milho frito – cubos de farinha de milho fritos – é um dos acompanhamentos mais típicos. A sopa de tomate e cebola, a sopa de trigo e a açorda, são também, iguarias a não perder.

E os doces? Têm as queijadas, o bolo de mel, a broa de mel e o pudim de maracujá. Além disso, há os rebuçados (funcho, de eucalipto, de maracujá, de banana e outros) e uma quantidade infinita de bolachas, que podem ser compradas na Fábrica Santo António, que foi fundada em 1893 e dedica-se ao fabrico artesanal de doçaria madeirense.

7. Passear pelo Fanal

A uma altitude que ultrapassa os 1400 metros de altitude, o Fanal apresenta-se vaidoso do seu feito. Faça chuva, faça sol ou nevoeiro ele é sempre bonito. Mas sabe que é o nevoeiro que o faz charmoso e misterioso. Tem um bosque de árvores centenárias, chamadas Tis, tem lagoas, tem trilhos e tem vacas que se passeiam em liberdade. O Fanal é um colo da natureza e é, sem dúvida, um dos lugares mais bonitos e fotogénicos da Madeira.

Podemos explorar a zona de duas formas. Ou fazendo a PR13 – Vereda do Fanal, que é um percurso de 10,8 Km que tem início no planalto do Paul da Serra e termina no Posto Florestal, atravessando uma vasta mancha de floresta da Laurissilva. Ou levar o carro até ao Posto Florestal e perder-se por lá. Foi o que fizemos, mas, se fosse hoje, teríamos optado por percorrer a Vereda, meter os pés no verde e as mãos entrelaçadas um no outro. Na ilha onde é sempre primavera só podemos colher amor.

Dica útil:
– À ida para o Fanal façam a estrada que liga Bica da Cana a Fonte do Bispo/ Paúl da Serra (ER 110). Mais uma estrada do TOP de estradas cénicas da Ilha da Madeira. No planalto do Paul da Serra encontra-se a maior reta, uma espécie de Route 66 madeirense, que contrasta com as curvas a que a ilha nos habituou.

8. Dar um mergulho nas piscinas naturais de Porto Moniz

Na Ilha da Madeira há várias piscinas naturais, mas as de Porto Moniz, que é uma vila no norte da ilha, são uma atração inigualável. Quem resiste às piscinas naturais de origem vulcânica de água salgada cristalina. Apesar dos rochedos que envolvem o mergulho, o chão é “fofo”, e às águas tranquilas da piscina contrastam com um mar ansioso. A experiência é cénica.

Ficaríamos por aqui o dia todo, em repousos prolongados e mergulhos demorados.

Em Porto Moniz há dois complexos de piscinas. As chamadas Piscinas Naturais Velhas, onde estivemos, e que são de acesso livre. Ficam logo à entrada da vila, muito próximas de outros locais de interesse como o Aquário da Madeira e o Centro de Ciência Viva. Foi nesta que estivemos. E as Piscinas Naturais do Porto Moniz que são um complexo balnear com excelentes infraestruturas, mas de entrada paga (simbólica).

Com ou sem mergulho vão na mesma, porque vale bem a pena! Ainda mais se fizerem a estrada que liga São Vicente – Porto Moniz que temos a certeza que vos vai surpreender. Uma estrada delimitada pelo mar, com uma encosta verde de onde jorram cascatas (como a cascata do véu da noiva), vilas pitorescas, como o Seixal, e misteriosas formações rochosas como as da Ribeira da Janela.

9. TIRAR UMA FOTOGRAFIA NA CASCATA DOS ANJOS

A Cascata dos Anjos é uma queda de água que se localiza no sítio do Anjos, na Ponta do Sol. A água cai na antiga estrada regional ER 101. Mas aqui entre nós, não é preciso uma cascata chamada Anjos para saber que juntos estamos no céu.

10. ver as vistas do Miradouro do Cabo Girão e descer de teleférico à fajã do cabo girão

O miradouro do Cabo Girão é famoso pela sua falésia, que tem 580 m de altitude, e que nos oferece uma vista panorâmica sobre os recortes da ilha, o oceano e os municípios de Câmara de Lobos e do Funchal. O Cabo Girão foi classificado, pela revista Condé Nast Traveler em 2014, como o quinto penhasco mais incrível do mundo. Não sabemos se é do mundo, mas que é incrível, é! Mas o ex-libris do miradouro é a plataforma suspensa em vidro, denominada de skywalk. Se tem vertigens, não se aproxime muito!

No fundo do penhasco é possível ver o mar e algumas terras cultivadas no sopé da falésia, que são conhecidas como “Fajãs”, e que é uma zona acessível por mar e por teleférico. Descer à Fajã do Cabo Girão pelo teleférico é uma experiência a fazer, por vários motivos. Com duração aproximada de 5 minutos, podemos desfrutar de uma belas panorâmicas, perceber a nossa pequenez perante a grandeza da escarpa, e imaginar a vida difícil dos primeiros colonos madeirenses que, para aceder a estes pedaços de terra fértil, junto ao mar, construíram na altura um acesso com 1100 degraus, por onde subiam e desciam para as lides agrícolas.

Lá em baixo, permaneça por um pouco. Converse com os agricultores, sente-se numa das pedras gigantes, oiça o silêncio ou, se o tempo ajudar, dê um mergulho nas águas límpidas do Atlântico.

Teleférico das Fajãs do Cabo Girão, gerido pela Associação de Agricultores

11. VER O CURRAL DAS FREIRAS DO miradouro da eira do serrado

Situado a uma altitude de 1095 m, o Miradouro da Eira do Serrado é um dos pontos turísticos mais emblemáticos da Madeira, por nos oferecer um panorama único sobre o vale onde está a pitoresca vila do Curral das Freiras, que parece que foi engolida por montanhas gigantes.

12. Visitar o Funchal

Passear pelo Funchal faz parte de qualquer roteiro de visita à Madeira. E quem já lá esteve sabe o quanto de coisas (boas) há para fazer e visitar. Tem avenidas, promenades, palácios, museus, igrejas e jardins. Tem muralhas e fortalezas, não fosse a Madeira a pérola do Atlântico, cobiçada por tantos. Tem miradouros, pequenas praias e piscinas naturais. Tem um teleférico que te leva (até) ao Monte de onde podes descer de “carro de cestos”. Tem um mercado, que é diva de tão turístico, e uma Zona Velha que, de velha só se for a História e o valor arquitetónico, porque nela pulsa a vida boémia da cidade. Nas suas ruas estreitas e empedradas, com portas decoradas de arte urbana colorida #arteportasabertas, há bares e restaurantes, movimento e rebuliço, alegria e gargalhadas sonoras.

No Funchal… não há vistas feias.

Ficou muito para ver? Claro que sim.

Mas temos sempre de deixar um motivo para regressar, não é?

Esperamos que as nossas sugestões e imagens vos inspirem a ir e ajudem a preparar a viagem. Alguma dúvida ou questão, partilhem connosco. Escrevam nos comentários e nós responderemos brevemente.
E já sabem… o importante é IR!

Detalhes
maio de 2021
Marcelo Andrade @iremviagem
Agradecimentos

A viagem foi realizada em parceria com a Hertz, Portugal

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